domingo, 27 de novembro de 2011

Vulcão Santorini

A ilha deve o seu nome a Santa Irene, nome pelo qual os venezianos a denominavam. Era anteriormente conhecida por Kallístē (em grego Καλλίστη, "a mais bela"), Strongýlē (Στρογγύλη, "a circular") ou Thera (Θήρα), nome que ainda hoje ostenta em grego.

Para além da ilha principal, Santorini tem nas suas proximidades diversos ilhéus, formando um grupo quase circular de ilhas, vestígio da grande erupção que despedaçou a ilha. O grupo de ilhas é também conhecido por Tira (em grego, Θήρα).

Santorini é o vulcão mais activo do denominado Arco Egeu, sendo constituída por uma grande caldeira submersa, rodeada pelos restos dos seus flancos. Esta forma actual da ilha deve-se, em grande parte, à erupção que há aproximadamente 3.500 anos (cerca de 1680 a.C) atrás destroçou o seu território. Aquela erupção, de grande explosividade, criou a actual caldeira e produziu depósitos piroclásticos com algumas centenas de metros de espessura que recobriram tudo o que restou da ilha e ainda atingiram grandes áreas do Egeu e dos territórios vizinhos.

O impacto daquela erupção fez-se sentir em toda a Terra, mas com particular intensidade na bacia do Mediterrâneo. A erupção parece estar ligada ao colapso da Civilização Minóica na ilha de Creta, distante de Santorini 110 km ao sul. Acredita-se que tal cataclismo tenha inspirado as posteriores lendas acerca de Atlântida.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Santorini


Fonte da imagem:quem-tem-boca-vai-a-roma.blogspot.com

Neste caso não esta evidênciada a força do vulcão que causou a destruição parcial da ilha.Esta catástrofe evidencia a força que o nosso Planeta Terra tem e que nos é dificil controlar.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Fita cronostratigráfica


 imagemde:http://thiagoazeredogeologia.blogspot.com/2010/11/visualizacao-do-tempo-geologico.html


Este trabalho foi realizado da disciplina de Geologia, foi a realização de uma fita do tempo, isto é, uma fita cronostratigráfica.
Este fita foi realizada em papel e tem cerca de 5m e nela estão marcados os diferentes períodos e os diferentes acontecimentos do Planeta Terra.
Também posemos os diferentes acontecimentos dos períodos.
Gostamos da realização deste trabalho pois apercebemos nos do tempo que já passou até à nossa existência e que afinal de contas, relativamente aos outros acontecimentos, nos só estamos há pouquíssimo tempo na Terra.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Fósseis

Um fóssil não é mais do que restos, marcas ou vestígios de seres vivos que que viveram em tempo geológicos diferentes do nosso. A idade da rocha que contem os fósseis será a mesma que o próprio fóssil.
A ciência que estuda os fósseis é a Paleontologia, esta tem um papel importantíssimo pois os fósseis são evidências materiais de organismos do passado distintos dos actuais, permitindo conhecer como têm evoluído as espécies até chegarem às formas recentes, incluindo o Homem. Permite nos também ter uma noção do clima e ambiente em que viviam e as relações existente entre os vários seres vivos daquela altura.





Existem dois tipos de fósseis:
  • Fósseis Somatofósseis: restos, marcas ou vestígios do corpo ou parte do corpo do ser vivo; (Por exemplo, fósseis de dentes, de carapaças, de folhas, de conchas, de troncos)
  •  Fósseis Icnofósseis: marcas da actividade do ser vivo. (Exemplo: Pegadas, rastos, trilhos, ovos, ninhos)
Tipos de fosseis importantes para a estratigrafia:
  • Fosseis característicos ou de idade: são fósseis que caracterizam um curto intervalo de tempo geológico e cuja ocorrência teve ampla dispersão geográfica (regional ou mundial), possibilitando, deste modo, correlações estratigráficas regionais e mundiais;
  • Fósseis de ambiente ou fósseis de fácies: informam sobre as condições ambientais e as variações climáticas do meio através dos tempos geológicos. Todos os acidentes geológicos originaram depósitos diferentes que hoje são identificados por fósseis específicos em cada fácies.


Reflexão: Como podemos ver, os fósseis são de grande importância não só para nos mas também para percebermos o passado que o nosso Planeta Terra teve. Graças ao estudo e registo dos fósseis, hoje em dia sabemos o que ocorreu no passado e permite nos conhecer a geografia que nosso Planeta tinha no passado. Concluindo, os fósseis dão-nos a conhecer o passado da nossa Terra, a sua “vida” antes do nosso aparecimento na mesma.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Descoberto fóssil que parece o esquilo da "Idade do Gelo"

Lembra-se do esquilo do filme de animação "Idade do Gelo"? Aquele de focinho comprido e dentes afiados louco por bolotas e que nos fazia rir quando as perseguia sem medir o perigo. Na Argentina, um grupo de cientistas descobriu um fóssil com 93 milhões de anos que poderia muito bem ser do animado esquilo.

foto DANIEL GARCIA/AFP

Mamífero tem o tamanho de um rato



O mamífero, baptizado de "Cronopio dentiacutus", media entre 10 e 15 centímetros e tinha grandes caninos, segundo uma reconstituição do animal apresentada nesta quinta-feira em Buenos Aires. O grupo de três cientistas da Universidade de Louiseville, no Kentucky, encontrou dois crânios e algumas maxilas fossilizadas.

"Na época dos dinossauros, nenhum mamífero superava o tamanho de um rato e podia fazer o que quisesse debaixo da terra e de noite, mas não à vista dos dinossauros", afirmou Sebastián Apesteguía um dos cientistas autores da descoberta, à agência de notícias AFP, publicada na edição de quinta-feira da revista científica britânica Nature.

"Os dentes de trás, os molares, são o tipo de dentes necessários para os insectívoros, um animal que come insectos de diferentes tipos, e até pequenos invertebrados, ou talvez pequenos lagartos, que existiam ali", disse o cientista Guillermo Rougier, à BBC News. "Mas não temos ideia porque é que precisava de caninos tão grandes. Aquelas presas são uma grande surpresa".

Associações à parte, esta descoberta é de extrema importância. O mais antigo fóssil de mamífero tem 220 milhões de anos e pertence à era dos dinossauros. Até à extinção dos répteis gigantes, há cerca de 65 milhões de anos e o número de fósseis de mamíferos encontrados é apenas um décimo dos que foram desenterrados e pertencem a épocas mais recentes.

Por isso, a maior parte da história da ramificação dos mamíferos está por conhecer, e ainda mais em continentes menos explorados a nível paleontológico como a América do Sul.

Fonte: http://www.jn.pt/VivaMais/Interior.aspx?content_id=2101184