quarta-feira, 11 de abril de 2012

Consórcio quer construir a maior central solar do Japão

    Quando o Verão chegar, o Japão terá todos os seus 54 reactores nucleares parados, uma consequência da catástrofe de Fukushima. Para evitar a falta de electricidade, um consórcio de empresas nipónicas anunciou que vai construir a maior central solar do país.
 
    O grupo Kyocera vai fornecer os painéis fotovoltaicos para esta instalação de 70 megawatts, que começa a ser construída em Julho na província de Kagoshima, no Sudoeste. O projecto conta com a ajuda da empresa de indústrias pesadas IHI e do Banco Mizuho.
   
    A superfície da central solar (1,27 milhões de metros quadrados) equivale à de 27 campos de futebol e terá um custo estimado em 235 milhões de euros.

    A central será explorada por uma empresa, a criar pelos membros do consórcio, que venderá a energia produzida à companhia de electricidade regional Kyushu Electric Power. Esta será suficiente para alimentar cerca de 22.000 fogos.

    Actualmente, o Japão tem em mãos um problema de falta de electricidade por causa da suspensão de 15 reactores nucleares logo a seguir ao sismo e tsunami de 11 de Março de 2011 e ao facto de os restantes continuarem desactivados para manutenção. Dos 54 reactores, apenas um está em funcionamento e este vai fechar a 5 de Maio.

    Antes do acidente de Fukushima, o nuclear era responsável pela produção de 25% a 30% da electricidade consumida no país. Até agora, o problema tem sido limitado com estratégias de poupança de energia e com o aumento do recurso às centrais térmicas.


Reflexão: Após a catástrofe de Fukushima convém prevenir eventuais problemas. A instalação de uma central solar poderá ser uma solução para o encerramento dos reactores  nucleares do Japão. Os reactores nucleares são um perigo para a humanidade pois quando existe algo problema, esse pode ser fatal para  a humanidade.
Acho que a instalação dos painéis fotovoltaico poderá ser uma solução para o Japão. O custo desta superfície solar é um pouco elevado mas compensa relativamente à protecção da humanidade e à protecção do ambiente.    

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Descoberto o maior animal com penas. Era um dinossauro

    A descoberta de três esqueletos fossilizados na China trouxe uma revelação: o maior animal com penas que alguma vez existiu na história da Terra foi um dinossauro. Viveu há 125 milhões de anos.

    O corpo, de 1400 quilos e nove metros de comprimento, estava coberto de penugem. O estudo deste gigante com penas é publicado amanhã, quinta-feira, na revista Nature, pela equipa do chinês Xing Xu, do Instituto de Paleontologia de Vertebrados e Paleoantropologia de Pequim.

    Já se conhecem dinossauros com penas desde 1996, quando se encontrou na China o primeiro fóssil, o Sinosauropteryx prima, igualmente com 125 milhões de anos. Seguiu-se a descoberta de outros dinossauros, mas todos pequenos, e de aves primitivas suas contemporâneas, que provaram o que há muito tempo se suspeitava: as aves descendem dos dinossauros.

    Agora, os cientistas perceberam que os três esqueletos pertencem a nova espécie de dinossauro carnívoro gigante. Chamaram-lheYutyrannus huali, que significa, numa mistura de mandarim e latim, o “belo tirano emplumado”.

    Era um primo afastado do famoso T-rex, embora ambos façam parte do mesmo grupo de dinossauros bípedes que apreciavam carne. Só que enquanto o T-rex viveu nos Estados Unidos até ter desaparecido há 65 milhões de anos, o seu parente chinês foi uma forma mais primitiva, que surgiu antes.

    Mesmo que quisesse voar, o Yutyrannus huali não seria capaz. “As suas penas eram simples filamentos, e não plumas largas que podiam formar superfícies aerodinâmicas. Além disso, era demasiado pesado para voar”, explica ao PÚBLICO um dos cientistas da equipa, o canadiano Corwin Sullivan, também do Instituto de Paleontologia de Vertebrados e Paleoantropologia, frisando ainda que este dinossauro só se relaciona de forma muito distante com as aves.





Reflexão: É uma descoberta fascinante e que vêm enriquecer os nossos históricos dos fósseis. Acho que a procura de fósseis é crucial pois faz com que aprendemos e ficamos a conhecer melhor o passado do nosso Mundo. Para mim, acho que todos devíamos conhecer o passado do nosso Planeta pois nos vivemos nele e convém conhece-lo razoavelmente.  

quinta-feira, 22 de março de 2012

Veneza continua a afundar lentamente

Veneza está a afundar aos poucos, de acordo com imagens recentes de satélite, que revelam que a cidade afunda a uma velocidade de dois milímetros por ano e está ligeiramente inclinada para leste.

Veneza é atingida por inundações com regularidade, mas estas vão passar a ser controladas com mais eficiência após a instalação de um novo sistema de barreiras, cuja construção deverá terminar em 2014.

Yehuda Bock, da equipa de cientistas do Instituto de Oceanografia Scripps, na Califórnia, participou na pesquisa em Veneza, juntamente com investigadores da Universidade de Miami e da empresa italiana Tele-Rilevamento Europa, especializada em medições de movimento sísmico por meio de sensores espaciais.

Como ferramentas, a equipa usou uma combinação de GPS e radares de satélite para mapear como Veneza se tem vindo a mover ao longo do tempo. A análise indicou que durante a primeira década do século XXI, a cidade dos canais estava a afundar a uma taxa média de 1 a 2 milímetros por ano.

A longo prazo, Veneza estará sempre vulnerável a problemas, de acordo com a equipa de cientistas. Processos geológicos em grande escala estão a pressionar o terreno sobre o qual assenta a cidade. "Veneza está sempre a mexer-se", disse Bock à BBC.

Vista aérea de Veneza




Reflexão: O Mundo que conhecemos hoje, poderá não ser o mesmo do futuro. O nosso Planeta Terra estará constantemente a ser alvo de processos geológicos que poderá afetar o relevo de hoje em dia. Os vossos descendentes poderão conhecer um Mundo completamente diferente do de hoje em dia.

Fonte: http://visao.sapo.pt/veneza-continua-a-afundar-lentamente=f654329

quarta-feira, 21 de março de 2012

Açores: Governo garante meios "sempre operacionais" para situações de risco ou catástrofe

Ponta Delgada, 21 Março (Lusa) -- O Governo Regional dos Açores assegurou hoje que o arquipélago dispõe de um dispositivo de meios "sempre operacional", que é ativado sempre que ocorrem situações de risco ou catástrofe.

"Há um conjunto de recursos e meios técnicos e humanos bem preparados e operações definidas para atuarmos se necessário", afirmou José Contente, secretário regional da Ciência, Tecnologia e Equipamentos, em declarações à Lusa no final de uma reunião em que esteve em análise a crise sísmica na ilha Graciosa.

Desde o início do mês que se tem registado um incremento da atividade sísmica nesta ilha do grupo Central, mas as pesquisas de campo desenvolvidas nos últimos dias por investigadores universitários afastaram qualquer ligação entre os sismos e um eventual incremento da atividade vulcânica naquela zona.

Reflexão: É sempre bom estarmos adequadamente prevenidos para a ocorrência de catástrofes naturais. Na minha opinião, acho que nada nem ninguém está ou pode estar adequadamente munido de meios para combater esses acontecimentos mas convém estarmos minimamente preparados. A força da natureza é de uma grandeza que não conseguimos combater!

Fonte: http://www.jn.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=2376076

"Os seis graus que podem mudar o mundo."


Numa das nossas aulas de Geologia foi nos mostrados um documentário, “Os seis graus que podem mudar o mundo” da National Geographic, que dá que falar pois mostra-nos as mudanças que poderá ocorrer e que poderá nos afetar radicalmente.

Aqui fica um pequeno vídeo que mostra o que acontecerá ao longo desse aquecimento, as consequências e as causas.

Esperemos que gostem!


Carregado por em 12/04/2011
 Retirado do Youtube


Após a visualização deste vídeo, esperemos que ficaram a perceber o quanto este aquecimento nos pode ser fatal, o quanto isto irá agravar o nosso planeta, a nossa única “casa”

Só tenho mais uma coisa para dizer:
Ainda vamos a tempo, ainda temos a oportunidade de mudar esta situação
Está na hora!

quinta-feira, 15 de março de 2012

"Reação em cadeia - O mundo sem petróleo"

Numa aula de Geologia, foi-nos proposto visualizarmos o filme" Aftermath - World without oil " da National Geographic e, consequentemente, fazer-mos uma pequena reflexão do mesmo.

E se algum dia, o petróleo esgotasse? O que seria de nós?
Se calhar, nenhum de vocês refletiu sobre esse assunto, sobre como seria se o petróleo acabasse. Nós até a visualização do filme também nunca refletimos sobre esse assunto mas agora sabemos o quanto isso nos afetará. Mas terá boas ou más consequências? O que nos acontecerá?

Carregado por em 14/03/2011
Retirado do Youtube

Este filme retrata uma parte do que acontecerá se, por alguma razão, o petróleo esgotasse. Hoje em dia, o que seria de nós sem o petróleo? Como nos poderíamos adaptar sem esse combustível fóssil? Como irá ser a nossa vida quando o alimento começar a faltar, sem energia elétrica, sem os mininos cuidados de saúde e com o frio a começar a ficar cada vez mais frio. O que seremos capazes de fazer para sobrevivermos? Quaisas nossas hipóteses para combater esse esgotamento?

Visualiza o excerto do filme e reflete nisso!

terça-feira, 13 de março de 2012

A National Geographic Society,o geneticista Spencer Wells, e Waitt Family Foundation lançaram um projeto, para entender a jornada humana, de onde viemos e como chegamos onde vivemos hoje. E são as conclusões retiradas deste projeto que são retratadas no documentário “A Árvore Genealógica da Humanidade”.
    O Projeto tem como objetivo registar novos dados sobre a história migratória da raça humana e responder a perguntas antigas sobre a diversidade genética da humanidade. O público é convidado a participar e fornecer o seu ADN, como milhares de candidatos já o fizeram. Com este ADN, os geneticistas como Spencer Wells traçam o nosso cronograma evolutivo comum através dos tempos com base nos” marcadores genéticos”.
No documentário,” “A Árvore Genealógica da Humanidade”, uma equipa de investigadores instala-se no bairro Nova Iorquino de Queens, conhecido pela enorme quantidade de imigrantes que nele habitam, e recolhe amostras de alguns voluntários, tentando localizar o seu antepassado mais antigo e adicionar novas informações relativamente á migração da nossa espécie.


    Mas esta recolha não é suficiente, pois num mundo cada vez mais povoado torna-se necessário adquirir amostras genéticas de povos indígenas e tradicionais, cujas identidades étnicas e genéticas estão isoladas, de forma a garantir que nenhum elo importante é perdido. Assim, o documentário leva-nos numa viagem pelo mundo, apresentando-nos tribos e povos isolados e desconhecidos.
    Mas mais do que uma viagem pelo mundo, presenciamos uma viagem no tempo. O registo fóssil sugere que a origem da espécie humana remonta à África e as evidências genéticas comprovam que somos todos descendentes de um ancestral comum africano que viveu há apenas 60.000 anos atrás. E é aí que começa a nossa árvore genealógica.
   Os genes recolhidos pelos investigadores permitiram mapear as antigas migrações humanas de África para todos os continentes.
Ao longo dos tempos e do caminho, a árvore genealógica que principia com uma raiz africana vai-se ramificando sucessivamente, cada população com os seus marcadores genéticos distintos, até se obter a vasta diversidade atual.
    Este projeto prova que no fundo somos toda uma grande família, com a mesma mãe, o mesmo pai, a mesma origem.