quarta-feira, 21 de março de 2012

"Os seis graus que podem mudar o mundo."


Numa das nossas aulas de Geologia foi nos mostrados um documentário, “Os seis graus que podem mudar o mundo” da National Geographic, que dá que falar pois mostra-nos as mudanças que poderá ocorrer e que poderá nos afetar radicalmente.

Aqui fica um pequeno vídeo que mostra o que acontecerá ao longo desse aquecimento, as consequências e as causas.

Esperemos que gostem!


Carregado por em 12/04/2011
 Retirado do Youtube


Após a visualização deste vídeo, esperemos que ficaram a perceber o quanto este aquecimento nos pode ser fatal, o quanto isto irá agravar o nosso planeta, a nossa única “casa”

Só tenho mais uma coisa para dizer:
Ainda vamos a tempo, ainda temos a oportunidade de mudar esta situação
Está na hora!

quinta-feira, 15 de março de 2012

"Reação em cadeia - O mundo sem petróleo"

Numa aula de Geologia, foi-nos proposto visualizarmos o filme" Aftermath - World without oil " da National Geographic e, consequentemente, fazer-mos uma pequena reflexão do mesmo.

E se algum dia, o petróleo esgotasse? O que seria de nós?
Se calhar, nenhum de vocês refletiu sobre esse assunto, sobre como seria se o petróleo acabasse. Nós até a visualização do filme também nunca refletimos sobre esse assunto mas agora sabemos o quanto isso nos afetará. Mas terá boas ou más consequências? O que nos acontecerá?

Carregado por em 14/03/2011
Retirado do Youtube

Este filme retrata uma parte do que acontecerá se, por alguma razão, o petróleo esgotasse. Hoje em dia, o que seria de nós sem o petróleo? Como nos poderíamos adaptar sem esse combustível fóssil? Como irá ser a nossa vida quando o alimento começar a faltar, sem energia elétrica, sem os mininos cuidados de saúde e com o frio a começar a ficar cada vez mais frio. O que seremos capazes de fazer para sobrevivermos? Quaisas nossas hipóteses para combater esse esgotamento?

Visualiza o excerto do filme e reflete nisso!

terça-feira, 13 de março de 2012

A National Geographic Society,o geneticista Spencer Wells, e Waitt Family Foundation lançaram um projeto, para entender a jornada humana, de onde viemos e como chegamos onde vivemos hoje. E são as conclusões retiradas deste projeto que são retratadas no documentário “A Árvore Genealógica da Humanidade”.
    O Projeto tem como objetivo registar novos dados sobre a história migratória da raça humana e responder a perguntas antigas sobre a diversidade genética da humanidade. O público é convidado a participar e fornecer o seu ADN, como milhares de candidatos já o fizeram. Com este ADN, os geneticistas como Spencer Wells traçam o nosso cronograma evolutivo comum através dos tempos com base nos” marcadores genéticos”.
No documentário,” “A Árvore Genealógica da Humanidade”, uma equipa de investigadores instala-se no bairro Nova Iorquino de Queens, conhecido pela enorme quantidade de imigrantes que nele habitam, e recolhe amostras de alguns voluntários, tentando localizar o seu antepassado mais antigo e adicionar novas informações relativamente á migração da nossa espécie.


    Mas esta recolha não é suficiente, pois num mundo cada vez mais povoado torna-se necessário adquirir amostras genéticas de povos indígenas e tradicionais, cujas identidades étnicas e genéticas estão isoladas, de forma a garantir que nenhum elo importante é perdido. Assim, o documentário leva-nos numa viagem pelo mundo, apresentando-nos tribos e povos isolados e desconhecidos.
    Mas mais do que uma viagem pelo mundo, presenciamos uma viagem no tempo. O registo fóssil sugere que a origem da espécie humana remonta à África e as evidências genéticas comprovam que somos todos descendentes de um ancestral comum africano que viveu há apenas 60.000 anos atrás. E é aí que começa a nossa árvore genealógica.
   Os genes recolhidos pelos investigadores permitiram mapear as antigas migrações humanas de África para todos os continentes.
Ao longo dos tempos e do caminho, a árvore genealógica que principia com uma raiz africana vai-se ramificando sucessivamente, cada população com os seus marcadores genéticos distintos, até se obter a vasta diversidade atual.
    Este projeto prova que no fundo somos toda uma grande família, com a mesma mãe, o mesmo pai, a mesma origem.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Glaciares

Os glaciares são grandes e espessas massas moveis de gelos permanentes que podem ser encontrados a grandes latitudes e/ou grandes altitudes.

Que tipos de glaciares existem?

· Continentais ou inlândsi;
Os glaciares continentais, situam se a latitudes elevadas e ocupam áreas extensas. O gelo destes glaciares é permanente. (Ex: Antártica, Gronelândia)

Glaciar da Antártica- Shackleton

· Alpino ou de montanha (de vale, de circo ou de circo e vale);
Estes glaciares encontram se a grandes altitudes, no cimo de montanhas, confinados e vales ( Ex: Alpes, Andes, Himalaias, etc)

Alpes Austriácos


Fontes : http://1.bp.blogspot.com/_9mxeh5SquUw/RblSL4LOYrI/AAAAAAAAABs/uPYBkH4utz0/s1600-h/Alte_prager_huette_pano+(Large).jpg
http://2.bp.blogspot.com/_9mxeh5SquUw/RbndIILOYvI/AAAAAAAAACk/1O7FT9deu1I/s400/04-transantarctic-mountains_shackleton.jpg

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Fósseis descobertos em Ermesinde

Foi descoberta na cidade de Ermesinde, uma jazida fossilífera de tipo vegetal que remontará à Era Paleozóica.

foto José Manuel Pereira


O local foi sinalizado e foi comunicado o achado à Câmara Municipal de Valongo e ao Centro de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

Fonte: http://www.jn.pt/CidadaoReporter/Interior.aspx?content_id=2282267

Reflexão: Mais uma notícia que vem realçar o facto do nosso país ser muito rico em termos de gelogicos. Na minha opinião devemos de perservar essas relíquias que o nosso país possui pois permite nos perceber melhor a história da nossa Terra.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Frio já matou pelo menos 160 pessoas na Europa

A vaga de frio que está a atingir a Europa, da Itália à Rússia, já provocou pelo menos 160 mortos. As temperaturas negativas continuam a atingir níveis recorde em vários países. Só na Ucrânia morreram 63 pessoas.

foto Kai Pfaffenbach/REUTERS

Vários países europeus enfrentam vaga de frio glaciar

A vaga de frio siberiano provocou mais nove mortos na Polónia, com os termómetros a descerem aos 32 graus negativos no sudoeste do país, e com um balanço total de 29 vítimas desde o início do mau tempo, na semana passada.
As autoridades regionais informaram que pelo menos duas pessoas morreram na Alemanha por hipotermia, incluindo um sem-abrigo em Magdeburgo (leste), enquanto na Ucrânia dezenas de milhares de pessoas se recolheram em abrigos temporários para escapar ao frio que terá morto pelo menos 63 pessoas.
Na Sérvia, as autoridades fizeram um balanço de seis mortos desde o passado fim de semana e referiram que 11500 pessoas estão bloqueadas em várias aldeias, sobretudo no oeste e sudoeste do país balcânico.
A intensa queda de neve, acompanhada por temperaturas que atingiram os 36 graus negativos, já implicou a retirada por helicóptero de 70 pessoas que estavam isoladas em povoações remotas e isoladas. Foi ainda anunciada a formação de equipas especiais destinadas a fornecer alimentos e medicamentos às regiões de difícil acesso.
Oito pessoas também foram encontradas mortas esta quinta-feira na Roménia, aumentando para 22 o total de mortos pelo frio, e quando permaneciam encerradas dezenas de escolas em todo o país.
Na vizinha Bulgária, onde os termómetros desceram a níveis que não se registavam há mais de um século, os media referiram-se à morte de pelo menos dez pessoas. As autoridades ainda não divulgaram números oficiais.
Já na Itália, centenas de pessoas ficaram bloqueadas em diversos comboios durante a noite, quando as temperaturas negativas continuavam a provocar o caos nas estradas, caminhos de ferro e aeroportos.
Enquanto na Letónia e Lituânia os responsáveis oficias se referiam a pelo menos 19 mortos por hipotermia, as autoridades da República Checa, Eslováquia e Grécia anunciavam a morte de duas pessoas em cada um dos países.
Em França, onde 28 das 101 regiões estão em estado de alerta elevado, as autoridades decidiram impedir os transportes pesados em diversas autoestradas devido à quantidade de gelo acumulado.

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/interior.aspx?content_id=2280075&page=2

Reflexão: Esta notícia é marcante pois foram 160 pessoas que perderam a vida devido ao frio que actualmente está a afectar o nosso continente. Com esta notícia verificamos que ainda nao estamos devidamente preparados para as catastrofes do nosso Planeta. O Planeta Terra está em constante movimento e pode acontecer de uma momento para outro catástrofe como esta, Temos de estar melhor preparados e equipados para diminuir o máximo os efeitos das mesmas 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Fim do oceano Atlântico já começou

 
Processo geológico será muito lento.
Processo geológico será muito lento.
Daqui por 50 a cem milhões de anos, o oceano Atlântico deverá desaparecer. No entanto, tal como todos os fenómenos geológicos, este também demorará a acontecer. O estudo tem participação russa e é liderado pelo geólogo português Fernando Marques, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Se olharmos para a posição dos continentes não parece sugerir nada que se assemelhe ao desaparecimento dessa massa de água salgada. A novidade do estudo consiste na análise matemática de dados sobre a espessura da placa em várias regiões do Atlântico, tanto do norte como do sul.
Os resultados sugerem que a região mais provável para o início do surgimento dessa zona de subducção – é uma área de convergência de placas tectónicas, onde uma das placas desliza para debaixo da outra – é o Sudeste do Brasil. Segundo os investigadores, “existem sinais de que já aconteceu, mas faltam medidas, e tem alguns dados que poderiam ser interpretados como início de afundamento”. Entretanto, o estudo já foi submetido a um periódico científico de alto impacto.

O grande evento geológico sofrerá um processo muito lento, que demora milhões de anos. Afinal, desde a última grande deriva continental, iniciada há 250 milhões de anos, a América do Sul e a África já se têm afastado e o processo segue em andamento.

Com a abertura crescente do Atlântico, a chamada placa Sul-Americana tenderá a ficar mais esticada, mais fria e, por consequência, mais pesada. Ao peso, acresce o fluxo de material que vem do continente e é levado pelos rios até o mar.

A fragilização da placa somada ao peso adicional fará com que ela afunde e comece a deslizar por baixo da placa Africana. E, assim, aparece uma nova zona de subducção.