quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Carta topográfica

Durante algumas das aulas de Geologia, do 12 ano, foi nos propostos que realizasse-mos uma carta topográfica com a ajuda do programa informático, Inkscape.

Com a realização desta carta ficamos a perceber melhor, a ler e aproveitar todos os dados que uma carta topográfica contém. Desde as curvas de nível, as linhas de agua, a escala, a legenda, os pontos cotados e os vértices geodésicos.

Pedimos desculpa por não podermos divulgar a carta que realizamos pois aconteceu um pequeno problema técnico em que não nos permitiu abrir o documento que incluía a carta topográfica.

Como forma de diminuirmos esse problema técnico, introduzimos essa imagem a baixo mostrada sendo esta um esboço topográfico. Esperemos que o nosso problema técnico não cause nenhum desagrado por vossa parte, e mais uma vez pedimos desculpa.


sábado, 28 de janeiro de 2012

Abalo no Haiti poderá ser aviso de novos tremores de terra

 
Estudo refere sismos devastadores de intensidade semelhante.
O sismo que destruiu grande parte da capital do Haiti, há dois anos, poderá ser a manifestação de um novo ciclo de actividade sísmica com futuros tremores de terra devastadores, concluiu uma investigação publicada na quinta-feira nos EUA.

Segundo os autores do estudo liderado por William Bakun, da U.S. Geological Survey, os arquivos históricos revelam uma actividade sísmica frequente nas Caraíbas nos últimos 500 anos, mais particularmente na ilha de Hispaniola, partilhada pelo Haiti e pela República Dominicana.
Sismólogos apoiaram-se em numerosos relatos de destruições provocadas por diferentes tremores de terra para avaliar a sua intensidade, a sua situação geográfica e amplitude e, assim, elaborar um modelo.

No estudo, publicado no Boletim da Sociedade Americana de Sismologia, os autores descrevem uma série de sismos devastadores ocorridos no século XVIII na falha de Enriquillo, que atravessa a ilha de Hispaniola de este a oeste.

Um abalo de magnitude 6,6 ocorreu em 1701 no Haiti, muito próximo do epicentro do violento sismo de 12 de Janeiro de 2010, de magnitude 7,0, que matou mais de 200 mil pessoas. De acordo com os cientistas, as descrições dos abalos e da sua intensidade são semelhantes.

A 3 de Junho de 1770 registou-se um tremor de terra de magnitude 7,5, a oeste da zona do sismo de 2010, que ocorreu após 240 anos de pausa sísmica. Para William Bakun, do Instituto de Geofísica norte-americano e um dos co-autores do estudo, a falha Enriquillo “parece novamente activa”.

Os especialistas aconselham, por isso, o Haiti e a República Dominicana a prepararem-se para sismos de uma intensidade semelhante aos que se verificaram.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Explosão solar pode afectar sistemas de comunicações na Terra

Uma enorme explosão solar que ocorreu, esta segunda-feira de madrugada, poderá afectar os sistemas de comunicações na Terra. O Observatório do Clima Espacial da NASA alerta: o Sol está a passar uma fase "muito activa".

foto AFP

Mancha solar em direcção à Terra


A erupção solar que ocorreu esta madrugada está classificada como M9, ou seja, uma das mais fortes que existem.
"Não se pode concluir que haja perigo", ressalva o Observatório da NASA, mas, tratando-se de uma explosão tão forte, é possível que surjam novas erupções em breve, acrescenta.
Os satélites captaram a mancha solar a movimentar-se em direcção à Terra, numa explosão que foi detectada, com alguns minutos de diferença, na Austrália, Nova Zelândia, China e Índia.



Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/interior.aspx?content_id=2258516

domingo, 15 de janeiro de 2012

Magnitude sete ameaça Grande Lisboa

“Existem três grandes falhas sísmicas que afectam a região da grande Lisboa e que são muito provavelmente activas: a Falha de Vila Franca de Xira, a Falha do Pinhal Novo e a Falha de Samora Correia – Alcochete”. Esta é a principal conclusão de um recente estudo realizado por Carlos Cancela Pinto, investigador da Unidade de Recursos Minerais e Geofísica do Laboratório Nacional de Energia e Geologia.

Ao Ciência Hoje o geólogo revelou que “foi calculado o sismo máximo expectável para cada uma das falhas e chegou-se à conclusão que a primeira poderá gerar um sismo de magnitude 7.06, a segunda de 6.42 e a terceira 6.52”.
A descoberta permitiu “identificar as falhas geológicas capazes de gerar sismos e destruição e perda de vidas na região da grande Lisboa”, afirma Carlos Cancela Pinto.

Do ponto de vista económico, político e de ordenamento, o cientista considera necessária uma “maior atenção e compreensão destes eventos de forma a prevenir os efeitos de uma catástrofe natural” como é um sismo. “Recordemo-nos do sismo do Japão de 2010 que, apesar da magnitude 9.0, a destruição causada pelo sismo foi pequena devido a politicas consistentes de construção e protecção civil”, exemplifica.

Para além disso, do ponto de vista científico, “este trabalho poderá abrir portas para novos projectos científicos que corroborem (ou não) as falhas identificadas e que melhorem a compreensão da Bacia Terciária do Vale Inferior do Tejo”, acrescenta.

Apesar do cálculo do risco sísmico não ser competência do LNEG, Carlos Cancela Pinto adianta que “embora os intervalos de recorrência (o período entre dois sismos na mesma falha) para sismos de magnitude elevada seja um intervalo longo, pensa-se que a ocorrência de um sismo numa falha poderá despoletar deformação nas falhas adjacentes. Essa é uma conclusão, que poderá explicar os vários sismos destrutivos nos últimos mil anos”.

As falhas assinaladas a tracejado indicam falhas prováveis


Para realizar este trabalho, o geólogo utilizou uma “metodologia inovadora em Portugal”. Foram congregados dados num programa informático utilizado pela indústria petrolífera, Openworks Landmark, com o objectivo de compreender e identificar as principais falhas da região. Foram utilizados dados geofísicos, catálogos sísmicos, dados de altimetria, sondagens geológicas e furos profundos providentes da indústria petrolífera, bem como cartografia geológica de superfície recentemente actualizada.

Com base nos resultados obtidos foram interpretadas novas falhas que “são muito possivelmente estruturas activas, pois no registo dos dados de sísmica de reflexão afectam formações geológicas mais superficiais”.

Finalmente, calcularam-se as magnitudes dos sismos máximos expectáveis para essas novas falhas identificadas e para as já anteriormente conhecidas. Verificou-se que sismos de magnitude superior a 6 poderão ocorrer nas falhas identificadas, em consonância com o registo histórico.

Os próximos passos que Carlos Cancela Pinto pretende dar incluem a investigação com instrumentos de sísmica de alta resolução e abertura de trincheiras nas zonas das principais falhas, com o objectivo de confirmar se estas falhas tiveram actividade nos últimos 25 mil anos e estudá-las, determinando o período de recorrência e sismos máximos expectáveis

sábado, 7 de janeiro de 2012

Trilobite “gigante” encontrada em Mação

Trilobites têm 445 milhões de anos

 
Uma nova espécie de trilobites foi ontem encontrada em Chão de Lopes, Mação, uma descoberta científica de relevância internacional com 445 milhões de anos, anunciou um dos responsáveis pelo achado paleontológico.

Em declarações à Agência Lusa, Artur Sá, do Departamento de Geologia da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) não escondeu a sua euforia ao revelar a descoberta de uma “espécie nova” de trilobites – “uma trilobite gigante para este género da espécie panderiae” -, com um tamanho “cinco vezes superior às até hoje conhecidas cientificamente” a nível mundial.
“Apesar dos seus cinco centímetros, esta é uma espécie gigante para este género de trilobites, que são milimétricas, quando muito atingem o centímetro”, afirmou, assegurando que a equipa que coordena fez o achado a “um nível fossilífero único” na Península Ibérica.
“Mação é o melhor sítio em Portugal para o estudo da grande glaciação ocorrida na Terra há cerca de 445 milhões de anos e que foi responsável pelo desaparecimento de mais de 90 por cento das espécies então existentes”, observou.
“A riqueza fossilífera das rochas do concelho”, continuou, “onde pontificam restos e marcas de seres vivos como trilobites, braquiópodes, bivalves e equinodermes, entre outros, com cerca de 450 milhões de anos, são únicos no país e a qualidade e diversidade dos fósseis de Mação são reconhecidas internacionalmente”, vincou, sendo que ali foram descobertas e definidas, entre outros, as trilobites Eoharpes macaoensis (dedicada a Mação) e Actinopeltis tejoensis (dedicada ao vale do Tejo).

“Além disso”, reforçou, “a qualidade dos afloramentos geológicos do concelho justificou a recente inventariação do ‘Corte Geológico de Chão de Lopes Pequeno’ como o mais importante em Portugal para o estudo da grande glaciação como o atestam as duas importantes descobertas hoje ocorridas”, no âmbito do Período Ordovícico.
Composta por jovens integrados no programa Ciência Viva e por alunas de doutoramento de duas universidades espanholas, a equipa de Artur Sá recolheu ao longo da última semana cerca de duas mil fósseis, que este considerou serem um espólio “do mais alto valor patrimonial e de alta relevância para o mundo e para a ciência”.
Segundo referiu, as trilobites foram encontradas incrustadas em rochas que, à altura, fariam parte de uma enorme cadeia montanhosa e que estariam no fundo do mar, onde as trilobites viveriam. “O que é hoje Mação era, há 445 milhões de anos, mar profundo. E era o que existia, sendo que Mação e o mar estavam então quase no pólo sul”, observou.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

NASA mostra noite na Península Ibérica

Diferentes áreas metropolitanas de Portugal e Espanha são visíveis numa imagem publicada pela agência espacial norte-americana NASA, na passada segunda-feira, no site do Observatório Terrestre, na categoria de "Imagem do dia".

foto NASA




Sem nebulosidade, a iluminação nocturna destaca a distribuição populacional, sendo as zonas mais ocupadas as mais brilhantes da imagem, tais como Lisboa e Madrid.
A foto, tirada a quatro de Dezembro, pode ainda servir para uma análise geográfica do território, onde se observa claramente a despovoação no interior de Portugal.
A agência norte-americana partilhou, também, na página oficial que pretende partilhar com o público, imagens, histórias e descobertas sobre o clima e meio ambiente, baseadas nas investigações.
Para além da Península Ibérica, na imagem é possível observar o estreito de Gibraltar, França e o norte de África.

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2207586

domingo, 27 de novembro de 2011

Vulcão Santorini

A ilha deve o seu nome a Santa Irene, nome pelo qual os venezianos a denominavam. Era anteriormente conhecida por Kallístē (em grego Καλλίστη, "a mais bela"), Strongýlē (Στρογγύλη, "a circular") ou Thera (Θήρα), nome que ainda hoje ostenta em grego.

Para além da ilha principal, Santorini tem nas suas proximidades diversos ilhéus, formando um grupo quase circular de ilhas, vestígio da grande erupção que despedaçou a ilha. O grupo de ilhas é também conhecido por Tira (em grego, Θήρα).

Santorini é o vulcão mais activo do denominado Arco Egeu, sendo constituída por uma grande caldeira submersa, rodeada pelos restos dos seus flancos. Esta forma actual da ilha deve-se, em grande parte, à erupção que há aproximadamente 3.500 anos (cerca de 1680 a.C) atrás destroçou o seu território. Aquela erupção, de grande explosividade, criou a actual caldeira e produziu depósitos piroclásticos com algumas centenas de metros de espessura que recobriram tudo o que restou da ilha e ainda atingiram grandes áreas do Egeu e dos territórios vizinhos.

O impacto daquela erupção fez-se sentir em toda a Terra, mas com particular intensidade na bacia do Mediterrâneo. A erupção parece estar ligada ao colapso da Civilização Minóica na ilha de Creta, distante de Santorini 110 km ao sul. Acredita-se que tal cataclismo tenha inspirado as posteriores lendas acerca de Atlântida.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Santorini


Fonte da imagem:quem-tem-boca-vai-a-roma.blogspot.com

Neste caso não esta evidênciada a força do vulcão que causou a destruição parcial da ilha.Esta catástrofe evidencia a força que o nosso Planeta Terra tem e que nos é dificil controlar.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Fita cronostratigráfica


 imagemde:http://thiagoazeredogeologia.blogspot.com/2010/11/visualizacao-do-tempo-geologico.html


Este trabalho foi realizado da disciplina de Geologia, foi a realização de uma fita do tempo, isto é, uma fita cronostratigráfica.
Este fita foi realizada em papel e tem cerca de 5m e nela estão marcados os diferentes períodos e os diferentes acontecimentos do Planeta Terra.
Também posemos os diferentes acontecimentos dos períodos.
Gostamos da realização deste trabalho pois apercebemos nos do tempo que já passou até à nossa existência e que afinal de contas, relativamente aos outros acontecimentos, nos só estamos há pouquíssimo tempo na Terra.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Fósseis

Um fóssil não é mais do que restos, marcas ou vestígios de seres vivos que que viveram em tempo geológicos diferentes do nosso. A idade da rocha que contem os fósseis será a mesma que o próprio fóssil.
A ciência que estuda os fósseis é a Paleontologia, esta tem um papel importantíssimo pois os fósseis são evidências materiais de organismos do passado distintos dos actuais, permitindo conhecer como têm evoluído as espécies até chegarem às formas recentes, incluindo o Homem. Permite nos também ter uma noção do clima e ambiente em que viviam e as relações existente entre os vários seres vivos daquela altura.





Existem dois tipos de fósseis:
  • Fósseis Somatofósseis: restos, marcas ou vestígios do corpo ou parte do corpo do ser vivo; (Por exemplo, fósseis de dentes, de carapaças, de folhas, de conchas, de troncos)
  •  Fósseis Icnofósseis: marcas da actividade do ser vivo. (Exemplo: Pegadas, rastos, trilhos, ovos, ninhos)
Tipos de fosseis importantes para a estratigrafia:
  • Fosseis característicos ou de idade: são fósseis que caracterizam um curto intervalo de tempo geológico e cuja ocorrência teve ampla dispersão geográfica (regional ou mundial), possibilitando, deste modo, correlações estratigráficas regionais e mundiais;
  • Fósseis de ambiente ou fósseis de fácies: informam sobre as condições ambientais e as variações climáticas do meio através dos tempos geológicos. Todos os acidentes geológicos originaram depósitos diferentes que hoje são identificados por fósseis específicos em cada fácies.


Reflexão: Como podemos ver, os fósseis são de grande importância não só para nos mas também para percebermos o passado que o nosso Planeta Terra teve. Graças ao estudo e registo dos fósseis, hoje em dia sabemos o que ocorreu no passado e permite nos conhecer a geografia que nosso Planeta tinha no passado. Concluindo, os fósseis dão-nos a conhecer o passado da nossa Terra, a sua “vida” antes do nosso aparecimento na mesma.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Descoberto fóssil que parece o esquilo da "Idade do Gelo"

Lembra-se do esquilo do filme de animação "Idade do Gelo"? Aquele de focinho comprido e dentes afiados louco por bolotas e que nos fazia rir quando as perseguia sem medir o perigo. Na Argentina, um grupo de cientistas descobriu um fóssil com 93 milhões de anos que poderia muito bem ser do animado esquilo.

foto DANIEL GARCIA/AFP

Mamífero tem o tamanho de um rato



O mamífero, baptizado de "Cronopio dentiacutus", media entre 10 e 15 centímetros e tinha grandes caninos, segundo uma reconstituição do animal apresentada nesta quinta-feira em Buenos Aires. O grupo de três cientistas da Universidade de Louiseville, no Kentucky, encontrou dois crânios e algumas maxilas fossilizadas.

"Na época dos dinossauros, nenhum mamífero superava o tamanho de um rato e podia fazer o que quisesse debaixo da terra e de noite, mas não à vista dos dinossauros", afirmou Sebastián Apesteguía um dos cientistas autores da descoberta, à agência de notícias AFP, publicada na edição de quinta-feira da revista científica britânica Nature.

"Os dentes de trás, os molares, são o tipo de dentes necessários para os insectívoros, um animal que come insectos de diferentes tipos, e até pequenos invertebrados, ou talvez pequenos lagartos, que existiam ali", disse o cientista Guillermo Rougier, à BBC News. "Mas não temos ideia porque é que precisava de caninos tão grandes. Aquelas presas são uma grande surpresa".

Associações à parte, esta descoberta é de extrema importância. O mais antigo fóssil de mamífero tem 220 milhões de anos e pertence à era dos dinossauros. Até à extinção dos répteis gigantes, há cerca de 65 milhões de anos e o número de fósseis de mamíferos encontrados é apenas um décimo dos que foram desenterrados e pertencem a épocas mais recentes.

Por isso, a maior parte da história da ramificação dos mamíferos está por conhecer, e ainda mais em continentes menos explorados a nível paleontológico como a América do Sul.

Fonte: http://www.jn.pt/VivaMais/Interior.aspx?content_id=2101184

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Chile em alerta vermelho por possível erupção vulcânica

O Governo chileno decretou, quarta-feira, um alerta vermelho para as imediações do vulcão Hudson, no sul do país, após registar um aumento da actividade sísmica e uma possível erupção vulcânica.
 
foto DR

     Vulcão Hudson pode entrar em erupção 
 
A informação foi avançada, em conferência de imprensa, pelo ministro do Interior, Rodrigo Hinzpeter. Na manhã de quarta-feira, as autoridades já tinham lançado um alerta amarelo, depois do aumento da actividade sísmica e do aparecimento de uma coluna de fumo, com cerca de um quilómetro de altura e material incandescente, que obrigou à evacuação dos residentes.

O alerta vermelho, segundo explicou o ministro, abrange a região de Aysén, mais especificamente os municípios de Aysén, Ibáñez e Chile Chico, a cerca de 1900 quilómetros a sul da capital Santiago.

Na conferência de imprensa, Hinzpeter esclareceu que, através de uma avaliação aérea do vulcão, foi possível verificar uma avalanche vulcânica que deslizava por um dos lados, pondo em risco algumas populações próximas.
O Hudson está localizado a 15 quilómetros do oceano Pacífico, tem mais de 1900 metros de altura e a cratera principal cerca de 500 metros de largura.

A última erupção, registada a 8 de Agosto de 1991, atingiu a região de Coyhaique, a lagoa de San Rafael e as margens do lago General Carrera. Desde 14 de Junho de 2011 que o vulcão se encontra em "alerta preventivo".


Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2085309

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Australianos querem investir mil milhões nas minas de Moncorvo

Os australianos da Rio Tinto, a maior empresa de minas do mundo, querem investir cerca de mil milhões de euros na exploração de ferro em Portugal.
 
foto Arquivo
Australianos querem investir mil milhões nas minas de Moncorvo
Visita às antigas minas de Torre de Moncorvo
 
Segundo fonte próxima das negociações disse à Agência Lusa, o projecto será realizado nas minas de Torre de Moncorvo, em Trás-os-Montes, um dos maiores depósitos de minério de ferro da Europa, com recursos medidos e indicados de 552 milhões de toneladas de minério e recursos inferidos de mil milhões de toneladas.
O investimento está a ser negociado entre o Governo, a empresa que detém a concessão da mina até 2070, a MTI -- Minning Technology Investments, e a Rio Tinto, refere a mesma fonte.
O Ministério da Economia confirma oficialmente que está "a desenvolver negociações com uma das maiores empresas do mundo para um grande investimento no sector mineiro em Portugal", sem, no entanto, avançar qualquer dado sobre o assunto.
Álvaro Santos Pereira já tinha anunciado a 27 de Setembro na RTP que existia uma multinacional que pretendia fazer um grande investimento em Portugal, escusando-se na altura a avançar com detalhes.
Fonte ligada às empresas diz que, caso as negociações com a Rio Tinto cheguem a bom porto, o investimento vai permitir que a pequena vila transmontana receba "uma autêntica cidade, porque é preciso fazer tudo desde o início", e será provável que o investimento demore cerca de 10 anos a concretizar até que comece a laborar.

Fonte: http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Bragan%E7a&Concelho=Torre%20de%20Moncorvo&Option=Interior&content_id=2071022

Comentario:  Esta notícia so vem reforçar a ideia que Portugal é um país rico em recursos geologicos.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

NOTÍCIA - Núcleo da Terra pode ter camada misteriosa

O núcleo da Terra é composto principalmente de ferro, dividido em um centro interno sólido de aproximadamente 2.440 quilómetros de largura, coberto por uma camada exterior líquida de cerca de 2.250 quilómetros de espessura.
Embora a maior parte do núcleo seja de ferro, os pesquisadores já sabiam que ele continha uma pequena quantidade de elementos mais leves, como oxigénio e enxofre. Conforme o núcleo se cristaliza ao longo do tempo, os cientistas acreditam que o processo força a maioria desses elementos leves, que migram através do núcleo externo líquido.
Agora, geocientistas acreditam que detectaram todos estes elementos leves concentrados nas regiões mais extremas do núcleo. A descoberta parece ser uma nova camada do núcleo da Terra, e, segundo os cientistas, pode ajudar a resolver os mistérios do campo magnético do planeta.
Para estudar o núcleo da Terra, os pesquisadores monitorizaram as ondas sísmicas que viajam através de sua camada exterior. As ondas foram geradas por terramotos na América do Sul e no sudoeste do Oceano Pacífico, e foram registadas utilizando matrizes de sismógrafos no Japão e no norte da Europa.
As velocidades das ondas sísmicas que viajaram através da camada mais exterior do núcleo, em diferentes profundidades, sugerem que a sua composição não é a mesma em todos os lugares. Em vez disso, os primeiros 300 quilómetros do núcleo são uma estrutura distinta, com a seção mais próxima a fronteira constituída até 5% de elementos leves.
Alguns pesquisadores podem chamar a descoberta de uma nova camada do núcleo da Terra, e outros não. Os geocientistas compararam a “nova camada” às camadas da atmosfera. Por exemplo, a estratosfera, acima de nossas cabeças: é ou não é uma camada? Não há limite para isso, apenas uma mudança no perfil da temperatura com a altitude.
Da mesma forma, não há limite para inferir uma parte superior do núcleo, e uma inferior, apenas uma inclinação lenta na velocidade da onda, e, eventualmente, um ligeiro aumento quando se aproxima da superfície do núcleo.
Os pesquisadores acreditam que os resultados podem ajudar a resolver os mistérios sobre o campo magnético da Terra. Eles acreditam que a rotação do núcleo da Terra dá poder ao campo magnético que circunda o planeta. Um problema persistente é saber como o núcleo provém energia para esse campo magnético.
Segundo os cientistas, a solução mais plausível é que a expulsão de elementos leves a partir do núcleo libera o que é chamado de energia potencial gravitacional. Conforme esse líquido leve sobe, transmite a energia que carrega o fluxo de metal no núcleo, que por sua vez ajuda a manter o campo magnético em execução. A explicação se encaixa com o perfil de velocidade de onda observada na pesquisa.
Os pesquisadores afirmam que futuros terramotos podem fornecer uma compreensão ainda melhor desta estrutura ultra-periférica do núcleo. Segundo eles, a principal colaboração dos próximos estudos será produzir um modelo melhor sobre os líquidos do núcleo e avaliar o crescimento do núcleo com a composição da camada.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Introdução

A Geologia é o ramo das Ciências Naturais que se ocupa do estudo da Terra.Estuda a sua origem e evolução, a sua estrutura e composição, e ainda processos variados que ocorrem quer no seu interior quer no exterior,os quais conduzem,entre outros,à formação de montanhas ou mesmo ao desaparecimento de espécies de animais e vegetais.
   Estudos geológicos têm permitido, ao Homem localizar fontes energéticas (como o carvão,o petróleo ou o gás natural), reservatórios de agua subterrânea potável ou depósitos de rochas minerais úteis à Humanidade. Hoje em dia, a Geologia assume um papel relevante na realização de estudos ambientais e,também,na divulgação e conservação do património geológico.
  Por vezes, a Geologia aborda temas que se estendem para lá das fronteiras do nosso planeta : a origem e formação do Universo e do Sistema Solar, a estrutura e composição de outros planetas,asteróides,cometas e outros corpos celestes.
  A geologia preocupa-se,ainda,com a origem da vida assim como a sua evolução ao longo do tempo e os fenómenos que conduziram à extinção de organismos em massa.

   A meu ver, a Geologia é algo de essencial que muitas vezes não é reconhecida. A Geologia faz parte do nosso dia-a-dia e veio,de certo modo, facilitar a nossa vida. Hoje em dia,infelizmente, estamos a poluir cada vez mais a nossa única "casa" (Planeta Terra). Devemos de prestar mais atenção e reduzirmos a poluição.
  Com este blogue pretendemos aprender e transmitir este conteúdo a diversas pessoas.